30 de jan de 2016

Homem Pode Ler Romance? | #EuNoCafofo


Como começar a falar dessa pessoa que eu conheço e considero "pakas"?  Bom, brincadeiras a parte o autor desse texto é alguém que eu gosto e admiro bastante e antes de nos conheceremos já acompanhava seu Blog  e adorava suas postagens. E sendo eu uma fã assumida não é surpresa que o queria de alguma forma no Cafofo. 

O texto em questão foi proposto pela blogueira Raquel Araujo ao Érick, do Blog Like Livros, para falar um pouco sobre preconceito literário, infelizmente um tema que ainda é muito recorrente nos dias de hoje.

27 de jan de 2016

A História Sem Fim | resenha.



 

Lembro-me exatamente do dia em que o livro em questão entrou na minha vida. Estava na sexta série e o professor mandou todos os alunos irem a biblioteca da escola (eu sempre fui uma visitante assídua de lá) para escolherem a leitura do fim do semestre.  Como era uma das últimas da lista de chamada, obviamente que todos os livros “bons e empolgantes” para pré-adolescentes já haviam saído, mas nunca tive preconceito, leio de tudo. Incrivelmente quando entrei na biblioteca o livro estava lá e a capa me chamou muito a atenção. Minha mãe sempre teve uma certa resistência ao fantástico e ao sobrenatural e a hora que ela viu o livro falou anos na minha orelha, porém eu já estava encantada demais com a história que infelizmente tem fim.

22 de jan de 2016

Sobre Desistir de Si | #EuNoCafofo


Semanas atrás recebi uma notificação no meu instagram de um novo seguidor e curiosa como sou já fui dar uma observada no perfil e me apaixonei. Vários textos pequenos, mas intensos e decidi que queria compartilhar com todos (foi de lá que eu tive a ideia do projeto). Entrei em contato com o(a) autor(a) e perguntei se poderia respostar em meu blog, muito atencioso(a) disse que sim, mas que preferia manter anonimato.

Sem mais delongas, apresento a vocês o primeiro texto #EuNoCafofo:

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Sobre Desistir de Si.
Por: @ninguem.me.leia  (link clicável)

“Não quero ser exemplo nenhum, não quero melhorar em nada mais na vida. Desisti de lutar, desisti de mim"

Enquanto ouço essa confissão rebelde, tomo um café forte e amargo, porque café de verdade é assim. Vejo que você está curioso pra saber o que vou dizer. Em outras brigas você já me acusou que sempre tenho uma resposta pra tudo. Claro que tomei isso como elogio, odeio gente sem opinião pra qualquer coisa, mesmo você tendo colocado isso em tom de crítica. Mas aqui estamos, eu bebericando meu café, você me encarando seriamente e a veia da sua testa que lateja como nunca, mostrando que você está mais nervoso do que parece.
Em tom provocativo começo minha frase com o clássico "você é tão poético, que mesmo com esses dizeres rebeldes, poderia organizar o que disse em estrofes de 4 versos". Adoro quando você vira os olhos para o que eu digo, sinto que consegui te atingir. Quero ver se algum dia você vai parar de me ameaçar e realmente levantar e ir embora me deixando sozinha. Quando acontecer, já tenho tudo planejado. Vou levantar, em tom de briga implorar em voz alta pra não me deixar, por fim gritarei que te amo. Parece meio bizarro, mas o plano só é esse porque sei que você não vai a lugar algum sem mim.

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Quer ver seu texto aqui também? Clique aqui e saiba como!

21 de jan de 2016

Quem Está Perseguindo Zero-Zero- Au? | resenha



É tempo de férias, diversão, leituras diversas e crianças. Na verdade férias me lembram de crianças. Crianças correndo pela casa, crianças ao sol, crianças se sujando, enfim... Crianças. E pensando nisso resolvi fazer uma resenha de um livro muito especial para mim.


Era uma manhã quente de domingo e meu pai tinha ido me buscar na casa de uma coleguinha em que eu havia passado a noite. Assim que entrei no carro já avistei o livro de capa laranja e um simpático cachorrinho de língua para fora. Como não tinha muitos livros e muita vontade de escrever, logo me empolguei, mas tive de esperar até a noite para iniciar a leitura. Devia ter por volta de uns oito anos, então demorei uma semana, mais ou menos, para terminar e começar a ler de novo o livro que veio ser um dos meus favoritos até hoje.

Lançado em 1996 na Alemanha, escrito por Thomas Brezina, um autor alemão que escreve as aventuras que gostaria de viver, “Quem Está Perseguindo Zero-Zero-Au?” é um livro descontraído que cativa crianças, jovens e até adultos. Sua escrita introduz nuances de romance-policial de um jeito sutil e agradável. As páginas estão recheadas de aventuras e nos deixa curiosos.

“Meu nome é Bond... Bob-Bond!”
Lina, Lu e Bastian são três crianças que vivem em um internato e saem às escondidas para irem ao cinema. Lina diz que eles são protetores de animais, mas no internato animais são proibidos. Ao pararem para ler o horóscopo chinês escutam um carro “cantando pneu” e um cachorrinho fugindo dele, na hora se prontificaram a parar o carro e impedir tamanha atrocidade.  O que a princípio não notaram é que o cachorrinho tinha se escondido na mochila de Lina e agora teriam de leva-lo ao internato e esconde-lo para que ninguém o notasse. O perseguidor de cachorrinhos não desistiu tão fácil assim de Bob, chegou até a fazer rondas intermináveis no internato e visitas surpresas para as crianças. Tudo estava seguindo muito bem, quando três capangas do Dr. Kliener raptaram o cachorro sob a desculpa de que ele tinha uma doença muito grave para cachorros e seres humanos e não haver mais cura, devido ao tempo que Bob passou longe da clínica veterinária do homem de sobretudo cor de areia. Porém depois de uma olhada na lista telefônica, descobriram por fim que essa clínica não existia, então o Bob foi raptado sem nenhum motivo aparente, foi aí que Lina lembrou que tinha tirado a coleira de Bob Bond e ao apertá-la ela se abriu e descobriram uma mensagem de um tal Richard que estava preso no porão da empresa de cosméticos Belinda.
As três crianças, com ajuda do cozinheiro e de sua namorada foram atrás da empresa e do Bob, uma verdadeira perseguição policial.
***
Enquanto escrevia essa resenha eu resolvi ler de novo, são 98 páginas com algumas ilustrações. Hoje já consigo ler em meia hora e adorar cada palavra.
No Brasil foi lançado pela Coleção Vaga-Lume Júnior em 1998.

Título Original: Wer Macht Jagd auf Nul-Nul-Wuff?
Editora: Ática
Ano de lançamento no Brasil: 1998
Autor: Thomas Brezina
Número de Páginas: 103
Aonde comprar:
Livraria Pacobello - R$ 11,00



13 de jan de 2016

JOYLAND | resenha.

Primeira resenha depois de quase dois anos!!!!!!!!!! (muitas exclamações, porque estou feliz de verdade).
Bom, primeiramente sejam bem-vindos e espero que eu inspire vocês com os livros que irei postar, então sem mais delongas: BEM VINDOS A TEMPORADA 2016 DO CAFOFO.


E bom tem muitos livros que eu quero postar, mas escolhi um que me tocou bastante e diria que foi a leitura do ano de 2015. 

Joyland, escrito por Stephen King, lançado em junho de 2013 nos Estados Unidos e publicado aqui no Brasil em 2015 pela editora Suma de letras. Particularmente classifico o livro como “King Para Menores” por ser um romance policial e com nuances de terror bem leve. Segundo os sites  StephenKing.br e King Of Maine, o livro já ganhou uma edição ilustrada e de capa dura(apenas na terra do Tio San).
A capa do livro é uma referência as garotas de Hollywood, personagens do próprio livro que trabalhavam no parque. Remete aos romances policiais produzidos em papel barato.
Assim que lançado, como era de se esperar, ocupou o topo da lista do New York Times.


9 de jan de 2016

POR UMA NOVA REFORMA | Cafofo News

Vocês perceberam que o Blog está em reforma, certo? Isso explica o layout  ruim.

Teremos muitas novidades e uma programação semanal que eu vou me esforçar para cumprir, então vamos lá:
Os posts novos serão de terças e sexta-feira e no último sábado do mês será a super resenha de um livro que vocês vão escolher. E por falar em interação dos meus leitores preferidos, às sextas-feiras o texto publicado será uma crônica e uma delas pode ser a sua, basta enviá-las a “ocafofoliterarioblog@gmail.com” com nome, página do blog/instagram ou qualquer outro lugar para podermos encontrar vocês (e se quiserem anonimato, só pedir). Por enquanto é só.

Espero que gostem das mudanças e sobretudo, deliciem-se com o conteúdo, pois o Blog é nosso!

Aguardem mais informações e obrigada pelo carinho,
Rebeca Grauer
08/01/2015

5 de jan de 2016

Do ano passado | reflexão

by.: rebeca grauer


Boa tarde galera, tentando me adaptar na nova fase da minha vida esqueci um pouco do blog (sei que sempre que eu apareço dou uma dessas desculpas), mas a vontade (leiam: urgência) de escrever sempre fala mais alto. Ah, também quero ressaltar que eu não conseguia de maneira alguma recuperar a senha do Cafofo.
Esta era para ser apenas mais uma resenha objetiva com aquele meu jeitinho de sempre, porém tem tanta coisa que não cabe em mim e que eu preciso falar... Enfim, prometo não me arrastar neste texto.
Nossa última conversa foi em janeiro de 2014, com o livro “O Melhor de Mim” e como em todos os livros do Sparks tem aquele romance meloso e impossível. Não é segredo para ninguém que apesar de ser durona eu tenho sonhos de menina e sonhos de encontrar o príncipe encantado e quem sabe escrever minha própria história de amor, mas às vezes acabo colocando “os carros na frente dos bois” e entrando de cabeça em relações que podem ser prejudiciais.
O fato é: mais que nunca preciso escrever meu livro! Não sobre mim, muito menos sobre terceiros, mas acho que a princípio adquiri experiência o bastante para poder falar com propriedade sobre o tema que quero. E sabem o por quê? Porque eu conheci meu Breno. Conheci alguém com as características dele, com o temperamento dele, conheci alguém que me fez sentir angustiada e aflita e ao mesmo tempo perdidamente apaixonada e encantada como uma pessoa pode ser tão ambígua.
Mais uma vez repito: não quero escrever uma biografia sobre mim ou coisa do gênero, mas preciso abrir meu coração de alguma forma. Até porque a personagem não tem nada a ver comigo – ela é muito mais corajosa e forte.
Quer saber? Está na hora de colocar um “óleo” nas minhas articulações dos quirodáctilos e escrever. Escrever porque pra mim sonhar parece impossível.


Com amor, 

Rebeca Grauer.
14/12/2015